quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Um pouco mais sobre a Guatemala

Antes de vir para Guatemala percebi que muitas pessoas (das poucas que tive a chance de comentar sobre minha viagem) faziam uma cara de desconhecimento e algumas poucas tinham a coragem (ou vontade) de perguntar onde ficava a Guatemala.

Então acho legal aproveitar esse post para nivelar todo mundo com conhecimentos sobre onde eu estou agora. Com a fonte mais buscada da internet no que tange a conhecimentos e variedades, os trechos a seguir são da wikipedia.


A Guatemala é o terceiro maior país da América Central. Limita-se ao Norte e a Oeste com o México, ao Sul com o oceano Pacífico e a Leste com Honduras, Belize e El Salvador. A temperatura é quente nas planícies e fria nas montanhas. No litoral do Pacífico, o clima é o tropical, e na costa caribenha os termômetros chegam a atingir 38ºC. Na floresta da planície de El Petén o clima é quente, e o grau de umidade varia de acordo com a época do ano.

Assim como outros países centro-americanos, a Guatemala possui diversos lagos, cadeias de montanhas, que são prolongamento da Serra Madre mexicana, e grandes vulcões – alguns chegam a atingir mais de 4.000m de altitude e ainda estão ativos, como o Tajumulco, de 4.210m e o Tacaná, de 4.093m. Ao Sul e a Leste as altitudes são menores.

O Vale Motagua, na planície de El Petén, é um dos principais campos de fósseis de dinossauros. É também a região mais fértil do país e onde se concentram as principais atividades econômicas, com destaque para o cultivo do milho e a banana. Na região próxima ao Pacífico, as plantações de cana-de-açúcar e café são as mais importantes.

Na Guatemala, berço dos Maias (se quiser ler mais sobre os Maias, clique no link), tem uma cultura gastronômica tão rica e variada como antiga. Na culinária cotidiana da Guatemala o milho é rei e senhor: Tortilhas, Tamalintas, Pishtones, Tacos, Enchiladas, Chuchitos, etc., têm o milho como ingrediente principal.

A cidade da Guatemala, é uma cidade bem diferente de qualquer outra que eu conheça no Brasil. Tem seus quase 3 milhões de habitante e é uma cidade grande mas pequena ao mesmo tempo. Tem de tudo, mas as coisas não são distante. Tem um ar limpo (mais limpo que o de Ribeirao Preto com certeza) e muito verde. Muitos ruas largas e carros importados circulando (carros bem diferentes do que vemos no Brasil). Muitos restaurantes americanos (wendy's, apple's bees, fridays, além dos tradicionais mc donald's, subway e burger king) e locais (como o pollo campero) e muitos cafés (como o café barista entre vários espalhados por toda a cidade).

Bem por enquanto é só, não tenho muita análise para fazer nesse pouco tempo. A experiência tem sido muito boa também. Ainda não tirei muitas fotos e as poucas que tirei estão na minha camera, por isso vou ficar devendo algumas fotos para o próximo post.

Abraços!

PS: Me postulei para o MC no Brasil.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

2009. O ano que decidirá.

Estava me sentindo muito estranho por não conseguir escrever no blog antes de terminar o ano de 2008. Queria escrever e fazer uma análise do ano que foi extraordinário, mas não consegui. Acho que me o penúltimo post ("última conferência como presidente") disse muito do que queria escrever sobre 2008.

Então chegou 2009. Um ano que que com certeza pode ser chamado de diferente. Meu último ano na faculdade (se tudo der certo), uma viagem já programada para Guatemala no dia 13 de janeiro para ajudar a organizar uma conferência internacional da AIESEC na Ibero-América, me candidatarei para a diretoria nacional da AIESEC no Brasil e vou trabalhar virtualmente no time nacional de intercâmbio também da AIESEC no Brasil, nesses 6 primeiros meses do ano. Essas são as únicas certezas... o famigerado plano A, aquilo que depende de mim. Daí em diante, varias possibilidades e alguns planos B.

Amanhã a noite vou para São Paulo, para iniciar a transição do meu cargo no time nacional de intercâmbio. Vou ficar lá por três dias e voltarei para Barretos, para aproveitar meus últimos dias antes da viagem com minha família, já que tive tão pouco tempo com eles no ano de 2008.

Que venha 2009. Um ano diferente e decisivo para mim, um ano de muitas mudanças positivas para todos.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

AIESEC

Compartilho um artigo sobre a AIESEC postado no Blog Vida de Estagiário em uma entrevista com o nosso presidente 2008/2009 Conrado Kaczynski. Acho que é uma das melhores descrições sobre a AIESEC. Segue abaixo:

"A idéia surgiu por volta de 1948, logo após a II Guerra Mundial. Um grupo de jovens de 7 países se reuniram. A verdade é que eles não sabiam muito bem o que fazer, mas estavam certos de precisavam fazer alguma coisa pelo mundo. Olharam para fora e descobriram que os povos precisavam se conhecer melhor, entender suas culturas e desenvolver relações amigáveis entre si. Fundaram o que hoje é a maior organização de estudantes do planeta, a AIESEC.

De 60 anos para cá o mundo mudou diversas vezes, as pessoas mudaram diversas vezes, e, por conseqüência, a AIESEC mudou diversas vezes. A organização sempre teve o propósito de olhar para o mundo, descobrir as necessidades correntes e preparar líderes para atuar nessas necessidades.

Hoje são mais de 30.000 membros espalhados em mais de 100 países, trabalhando a partir de 1.000 escritórios nas maiores universidades do mundo. Cada um desses escritórios seleciona aqueles jovens com maior potencial de liderança, sensibilidade cultural e mais uma série de competências fundamentais para liderar pessoas e projetos. Esse potencial é desenvolvido ao longo da experiência na organização através de uma série de atividades que envolvem planejamento, metas, prazos, recursos, pessoas, avaliações e reflexões.

As duas ferramentas mais poderosas que a AIESEC utiliza como forma de desenvolvimento são os “cargos de liderança” e os “intercâmbios”.

Cargos de Liderança
Todo membro, depois de um certo tempo na organização, tem a oportunidade de coordenar uma equipe de no mínimo 3 pessoas. Os cargos de liderança vão desde posições de curto prazo (3 a 6 meses) que gerenciam processos seletivos de membros, eventos e projetos ou posições de maior responsabilidade e prazo (1 ano) responsáveis por áreas gerenciais como Marketing, Finanças, Recursos Humanos, Intercâmbios e Relações Corporativas ou até mesmo a Presidência do escritório.

Intercâmbios
Milhares de empresas em todo o mundo optam por ter membros da AIESEC nas suas equipes. Através dos intercâmbios, a AIESEC envia e recebe membros de escritórios de outros países para terem uma experiência profissional (de 6 meses a 1 ano) nas suas áreas de estudo/formação. A empresa ganha um ambiente dinâmico, internacional e inovador, e os membros da AIESEC ganham um entendimento cultural, experiência profissional e internacional.

Após todas essas experiências, os membros saem da organização. A AIESEC não quer que os membros fiquem; quer ver seus membros na rua, no mercado, aplicando essa experiência nas necessidades do ambiente externo. A missão da AIESEC é formar agentes de mudança capazes de criar um impacto positivo na sociedade.

Um agente de mudanças é uma pessoa com um entendimento cultural necessário para perceber o ambiente e as mudanças necessárias nele e possui uma série de competências que o permitem liderar pessoas para atingir resultados.

Como a AIESEC faz isso? Aqui estão alguns segredos.

  • O intercâmbio é uma das principais ferramentas para esse desenvolvimento de sensibilidade cultural; no momento em que uma pessoa está em outro país, adquire rapidamente uma capacidade de adaptação, visão de outras culturas e de sua própria e uma série freqüente de reflexões que levam ao autoconhecimento. Assim como países têm culturas diferentes, pessoas também as têm. Entender o que é uma cultura e saber respeitá-la é um dos primeiros passos para liderar pessoas e causar mudanças.
  • Todos os membros são voluntários. Não existem relações formais de poder e nenhum membro depende da organização para sobreviver. Ou seja, um coordenador não consegue “mandar” ou delegar uma atividade que um membro não queira realizar. Se a experiência de um membro não está oportunizando desenvolvimento, aprendizado e motivação, os membros saem da organização. Isso quer dizer que a única maneira que uma pessoa que está num Cargo de Liderança tem para atingir resultados através de pessoas é através de uma visão compartilhada, inspiração, motivação, desenvolvimento das pessoas e um direcionamento coerente. Isso é liderança pura, na prática, sem ferramentas de poder.
  • A AIESEC não desenvolve ninguém, simplesmente dá oportunidades. É o próprio membro que escolhe as experiências que quer ter e o caminho que vai seguir, sendo responsável pelo seu próprio aprendizado – uma competência crítica para o mundo.
  • É permitido errar. O erro estimula a reflexão – momento fundamental para o aprendizado. Essa cultura fomenta um ambiente onde membros podem arriscar mais, inovar sem medo e testar suas idéias, permitindo assim que se conheçam melhor.
  • O ambiente é divertido, as pessoas são felizes, desenvolvem relacionamentos pacíficos, se dedicam nos finais de semana e formam amizades fortes na organização. Levam para o resto da vida essa cultura e uma rede de relacionamentos ampla.

Se em 1948 o mundo precisava de relações de paz, em 2008 acreditamos que é preciso desenvolver agentes de mudança para isso, e é este tipo de experiência que estamos proporcionando para mais de 2.000 pessoas em todo o Brasil."

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

A última conferência como presidente

"A melhor maneira de prever o futuro é criá-lo" - Peter Drucker


Segunda-feira passada eu voltei da minha última conferência nacional como presidente da AIESEC em Ribeirão Preto. Foi uma conferência bem diferente das outras. Com um espírito de última conferência, poucos membros da minha diretoria estavam presentes, uma vez que a conferência era focada nos diretores que foram eleitos com objetivo de capacitá-los para o trabalho que farão no ano de 2009. Por causa disso também, alguns LCPs que eu tive mais contato não estavam presentes no pré-meeting (alguns nem na conferência como um todo), vindo participar apenas nos dias liberados para alumni.


Mas não era apenas isso que foi diferente. Pela primeira vez eu iria facilitar sessões nacionalmente. Tinha duas sessões para facilitar no pré-meeting de Talent Management (Gestão de Talentos). Foi bem desafiador considerando o fato de que eu nunca trabalhei formalmente nessa área de um escritório local. Apesar de estar nervoso eu gostei bastante de ser facilitador. Aprendi a me preparar para facilitar uma sessão, a importância do controle do tempo e das mensagens chaves que você precisa passar, além de estruturar o contéudo de forma a não ficar apenas falando e falando, mas buscando também a participação coletiva e a construção de conhecimento. Foi bem legal e tive bons feedbacks também. Por causa dessas sessões que iria facilitar cheguei na conferência um dia antes do pré-meeting e tive maior contato com o conference team, o time que é responsável por entregar não só o conteúdo da conferência, mas também a logística, alimentação etc.


Durante o pré-meeting fiquei bem dividido, tive que acompanhar algumas sessões com os presidentes que estavam saindo, especialmente as legislações (que são momentos nos quais se apresentam e discutem as propostas de alteração do regimento interno para a melhoria da AIESEC no Brasil como um todo e que vão ser votadas naquela conferência), mas também em algumas sessões de Talent Management (as duas que eu facilitei e também uma no dia anterior para poder sentir o clima do pessoal que eu iria facilitar uma sessão) e também algumas de Intercâmbio, já que fui eleito chair do time nacional de intercâmbios (NeXT). Além de mim, a Sara, minha diretora de projetos, estava presente nesses dias que citei porque estava facilitando sessões para o pessoal que vai trabalhar com projetos no ano que vem, e a Marina, que estava presente como coordenadora do 3º Desafio de Sustentabilidade em parceria da Artemísia, Banco Santander e AIESEC.


Além desses momentos até então únicos e cheios de aprendizado, tive a oportunidade de conhecer novas pessoas e conhecer mais algumas pessoas que já tinha contato. Desde o pessoal da diretoria nacional, membros que tive contato por causa das sessões que facilitei, novos presidentes de escritórios locais, candidatos a presidente da AIESEC no Brasil e até mesmo o chair da conferência (responsável por coordenar tanto os facilitadores quanto o comitê organizador, buscando entregar uma conferência que siga os príncipios que foram acordados antes entre todos os participantes). O chair da conferência foi o Elias Albino, que havia sido presidente da AIESEC no Brasil na gestão 2005/2006 e que após terminar sua gestão realizou um intercâmbio para trabalhar com Recursos Humanos na DHL em Miami, onde continua até hoje e que veio para o Brasil exclusivamente para ser chair da conferência.


Não bastasse tudo isso, essa conferência vai ser marcada para sempre não só na minha memória, mas na de todos os membros da AIESEC Ribeirão Preto que participaram da cerimônia do Philips Awards, que é um prêmio (ou melhor, três prêmios diferentes) que são entregues aos melhores escritórios locais nos temas de: crescimento de receitas sustentáveis, crescimento sustentável de intercâmbios e o principal prêmio que é o de excelência. Depois de vermos Vitória ganhar o prêmio de crescimento de finanças sustentáveis e a GV ganhar o prêmio de crescimento sustentável de intercâmbios, qual não foi a surpresa ao ver que, após dar vários highlights dos principais pontos de cada escritório, foram anunciados os finalistas: AIESEC em Ribeirão Preto, AIESEC Recife e AIESEC na Fundação Getúlio Vargas. Todos os membros de Ribeirão Preto iniciaram uma festa que não terminou nem mesmo com o anúncio do prêmio para a AIESEC Recife. Foi um grande feito termos chegado em uma final do Philips Awards, na final do prêmio mais importante e o que achavámos mais difícil. Enquanto comemorávamos, dois membros da diretoria nacional vieram falar comigo dar os parabéns para a AIESEC Ribeirão, falando que foi por muito pouco que não fomos os escolhidos. Mas nem precisavam falar isso, a noite foi uma grande festa de comemoração para todos os que estavam presentes, entre eles, eu, Marina e Guilherme, três dos membros fundadores. Valeu a pena perder a formatura da minha diretora de Talent Management (que aconteceu no mesmo dia da noite do prêmio e que fez com que a maior parte dos meus diretores e outros dois membros fundadores não estivessem presentes).


Esses últimos 10 dias valeram a pena (isso porque nem falei da festinha de confraternização que fomos, no sábado anterior à conferência, convidados pelo Claudio Neszlinger a qual foram convidados todos os membros da AIESEC que ele teve contato em suas diversas palestras pelo Brasil em eventos da AIESEC), foi muito bom ver a alegria nos olhos dos membros, dos alumni e ver que o trabalho desse ano foi útil para o escritório, fazendo com que a AIESEC Ribeirão Preto seguisse a sua trajetória de expansão de resultados e da própria rede, iniciada na primeira gestão. Obrigado a todos que participaram desse processo, vocês com certeza impactaram não só a minha vida, mas a de todos aqueles que se sentem parte integrante desse escritório.


E agora, o que virá pela frente?

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

1 mês sem computador e sem outras coisas também

Nos últimos dias experimentei algo que não experimentava há muito tempo... fiquei quase um mês sem meu computador. Não completamente sem computador, porque nos dias atuais quem consegue isso está literalmente desconectado do mundo, principalmente se considerar que você está pensando em se formar em administração ou já trabalha com isso.

Sim, tinha acesso ao computador, na faculdade, no trabalho e do Caio, que mora comigo e me emprestava o computador algumas noites quando não usava, e tinha meu pen drive que me salvou bastante (assim como o bendito email do gmail). Mas de repente ficar sem computador me mostrou como é difícil a vida de quem não possui um... trabalhos de faculdade, trabalho profissional (uau, ser LCP e ficar um mês sem computador foi um dos pontos marcantes da minha experiência na AIESEC, ou como realizar 18 entrevistas online sem computador, entre outros feitos).

Mas não foi só o computador que esteve ausente nos últimos dias. Estive também sem celular. Esse por sua vez, apesar de ter me deixado na mão por não ter mais um relógio e um despertador em qualquer lugar que eu fosse, me trouxe uma paz muito grande. É muito bom não receber ligações a qualquer momento ou lugar... Só em casa ou no trabalho. Interessante, mas ao contrário do computador, o celular parece que retira um pouco da qualidade de vida... apesar de ser muito dificil ficar sem para quem está trabalhando ou pensa em trabalhar de fato como um administrador.

Até meu blog ficou prejudicado... mas as vezes penso como que esse um mês alijado da tecnologia nos faz voltar a ter uma vida mais simples, ler mais livros, dormir um pouco mais, parar e pensar na vida... será que as reflexões de final de ano já começaram? O que será que me aguarda para o ano que vem?

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

International Congress 2008 - Eu fui! - Parte 2

Quase um mês depois do fim do evento, eu resolvo comentar sobre o assunto. Por que isso? Basicamente porque é muito difícil descrever toda a abrangência e o impacto dessa conferência para mim. Procurei em blogs de amigos que comentaram sobre o IC, parei para pensar, busquei novas fotos e ainda assim acho que não vou conseguir descrever tudo... mas não custa tentar.

Como já disse antes, em virtude dessa Conferência Internacional, o escritório local de Ribeirão Preto organizou um Study Tour no Rio de Janeiro para vários estrangeiros. Comentei sobre o qual interessante que foi estar em contato com a AIESEC Internacional e com AIESECers de outros países durante o pré-meeting, mas nada se compara a Conferência Internacional em si.

Por que?

Basicamente porque num mesmo local estão reuniadas as lideranças nacionais de 106países assim como vários presidentes de comitês locais e também representantes de empresas parceiras e alumni totalizando mais de 800 pessoas. Além de estar próximo e em contato com as pessoas que lideram a organização que você faz parte em todos os países que ela está presente, você ainda tem a chance de inteirar de tudo o que está acontecendo na organização, trocar uma idéia com os lideres nacionais de outros países, com os lideres internacionais, com os representantes de empresas etc. É muita oportunidade junta em um lugar só.
O principal tema desse congresso era a sustentabilidade, então aconteceram várias discussões nesse sentido, não só sobre sustentabilidade ambiental, mas também sobre sustentabilidade da organização, como podemos ser mais sustentáveis, o que é crescimento sustentável na AIESEC, como podemos ter um papel mais ativo na sociedade nesse tema e como nossas ações individuais impactam o mundo. Um exemplo interessante foi a discussão sobre a expansão da AIESEC para Israel, numa das discussões com maior presença que já vi, membros dos países muçulmanos argumentando que não reconhecem Israel como um Estado e membros da AIESEC na Alemanha argumentando os benefícios de uma possível expansão para Israel. Como sair de um impasse desse? Ainda não sabemos, mas a discussão já começou e esse é o primeiro passo que em geral nunca é dado nas negociações de política externa dos países, haja vista o número de guerras que insistem em continuar no mundo.

Por falar em guerra, ter a chance de conviver com pessoas que realmente viveram a guerra nos seus países é algo interessante. Estar presente e fazer amizade com pessoas de países como Afeganistão, Paquistão, Geórgia é uma experiência que eu gostaria que mais e mais pessoas tivessem a chance de ter. Percebi que esse é o impacto que temos quando trabalhamos em nossos escritórios locais e viabilizamos a vinda de pessoas de diferentes países para trabalhar no Brasil, trazendo sua cultura, seus hábitos para próximo de pessoas que talvez nunca teriam a chance de conhecer um país e fazendo com que essas pessoas se tornem cidadãos globais, atentos à realidade do mundo.
Além disso, também aconteceram festas é claro, todas as noites. Desde festas formais de premiação, até uma noite brasileira, passando por festas temáticas de cada região do mundo em que a AIESEC está presente (Ibero América, Africa, Ásia-Pacífico, Oriente Médio e Norte da Africa, Europa Central, Europa Ocidental e América do Norte). A cada festa, a chance de experimentar um pouco das bebidas e comidas tradicionais dos países que representavam esses países.

Pessoalmente falando, além da chance de encontrar pessoas que há muito tempo não reencontrava, como o Porto (ex presidente da AIESEC em Ribeirão Preto), o Marco Túlio (ex diretor de vendas de Ribeirão e atual diretor de vendas da Ibero America), a Barbara (ex coach de Ribeirão Preto e agora trabalha na diretoria da Europa Central e Caucáso) e pessoas que nunca tinha visto mas que se tornaram amigos(de países como Singapura, Malasia, Costa Rica, Moldova, Malta, Tunisia, Marrocos, Russia etc). Entender melhor a AIESEC, o trabalho da diretoria nacional e também a visão que a diretoria internacional tem da AIESEC e se identificar com ela, para levar e implantar no Comitê Local de Ribeirão Preto. Fazer contatos, networking, buscar oportunidades, divulgar o Brasil e Ribeirão Preto foram experiências ímpares, além do tradicional momento non-sense todas as noites com o Marco Túlio que era meu parceiro de quarto no hotel... 10 dias relembrando os velhos tempos enquanto ele era diretor de vendas no comite local e eu pentelhava ele até fazer ele sair do cargo hehehehe).

Enfim, não sei como foi, só sei que foi assim. =)

(Guatemala, Brasil e Bulgária)

(Hong Kong e Brasil)

(Porto escondido na sessão com Alumni)

(Festa Brasileira com cara Croata)

(Foto que deu defeito mas ficou muito boa com delegação brasileira)

(Eu, Barbara e Túlio em uma noite de festa)

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Vou até o fim... e além

"Não vim até aqui
Pra desistir agora!
Entendo você
Se você quiser ir embora...
Não vai ser a primeira vez
Nas últimas 24 horas
Mas eu não vim até aqui
Pra desistir agora!

Minhas raízes estão no ar
Minha casa é qualquer lugar
Se depender de mim
Eu vou até o fim
Voando sem instrumentos
Ao sabor do vento
(...)
Cada célula
Todo fio de cabelo
Falando assim
Parece exagero
Mas se depender de mim
Eu vou até o fim (...)"
(Até o fim - EH)