Para aqueles que tem curiosidade de perguntar mas não o fizeram, ou fizeram num momento que eu não estava inspirado para responder, tomei a liberdade de fazer a pergunta pra mim mesmo: "Raphael, o que você tem feito da tua vida?"
Além da já tradicional faculdade, o agora quase tradicional trabalho (já faz mais de 1 ano!) e as aleatoriedades da vida, tenho me dedicado bastante a AIESEC, também não poderia ser diferente sendo o atual presidente aqui em Ribeirão Preto.
Ser presidente da AIESEC implica em várias responsabilidades. Primeiro e mais importante de todas, no final a responsabilidade sempre é do presidente, ou seja, por ação ou omissão, o presidente é responsável, como em qualquer organização.
Além disso, implica não só em ser o líder de uma organização, mas também em várias outras coisas como liderar um time que vai liderar outros, ou seja, a diretoria da AIESEC. Hoje somos 7 membros na diretoria, contando com o presidente, ser o responsável externo da organização, coordenar o planejamento das atividades e controlar a realização delas, entre outras atividades.
Então, nas últimas semanas, preparei o conteúdo necessário para realizarmos nosso replanejamento em um final de semana numa chacará com os membros da AIESEC, auxiliei no processo seletivo, tendo feito várias palestras de divulgação, participei da eleição do novo presidente nacional da AIESEC no Brasil e agora me preparo para, após concluir o replanejamento, iniciar o processo de tracking e coaching (acompanhamento e "aconselhamento") dos meus diretores para garantir que as áreas deles entregarão tudo o que foi planejado.
De fato é uma experiência interessante liderar uma organização como a AIESEC no nível local. Liderar um grupo de pessoas em uma organização tradicional já tem seus desafios, de motivação, direção, planejamento e coordenação, mas fazer isso em uma organização onde não existe funcionários, mas voluntários, que devem se dedicar a organização para garantir a manutenção e o desenvolvimento dela, é ainda mais desafiador.
Felizmente, as recompensas também são várias, a satisfação de estar fazendo algo de que se gosta e em que você acredita, de trabalhar com pessoas que são auto-motivadas e motivadoras é algo que todos deveriam ter. Aqueles que conseguem ver que o maior retorno não é o salário que você ganha (ou deixa de ganhar num voluntariado) com certeza terão sucesso no futuro, pois sabem que o diferencial das pessoas é a capacidade delas de apreender, se adaptar e realizar.
Bem, essa foi a primeira parte do relato. Aguardemos as próximas
segunda-feira, 17 de março de 2008
Para quem não perguntou
sexta-feira, 7 de março de 2008
Preciso de um astrológo...
"Yo no creo en bruxas, pero que las hay, las hay!" (Desconhecido)
Uma notícia de destaque hoje no UOL:
- Churchill contratou astrológo para minar confiança de Hitler (http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/lavanguardia/2008/03/07/ult2684u415.jhtm)
O mais legal dessa matéria foi ver que Hitler dizia que guiar-se pelos astros era "uma estupidez própria de mentes infantis", mas tinha seu próprio astrólogo. Churchill também contratou um astrológo. Ronald Reagan tinha seu astrólogo. O que difere um líder do século XX e um líder do império babilônico, persa ou outro qualquer? Somente as formas mais cruéis e eficientes de se matar e agredir outras nações? Ou será que as estrelas são o único porto seguro da vida humana, relegando a responsabilidade do sucesso e da falha para uma possível intereferência dos astros?
Na dúvida, comecei a procurar um astrólogo para mim...
Uma notícia de destaque hoje no UOL:
- Churchill contratou astrológo para minar confiança de Hitler (http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/lavanguardia/2008/03/07/ult2684u415.jhtm)
O mais legal dessa matéria foi ver que Hitler dizia que guiar-se pelos astros era "uma estupidez própria de mentes infantis", mas tinha seu próprio astrólogo. Churchill também contratou um astrológo. Ronald Reagan tinha seu astrólogo. O que difere um líder do século XX e um líder do império babilônico, persa ou outro qualquer? Somente as formas mais cruéis e eficientes de se matar e agredir outras nações? Ou será que as estrelas são o único porto seguro da vida humana, relegando a responsabilidade do sucesso e da falha para uma possível intereferência dos astros?
Na dúvida, comecei a procurar um astrólogo para mim...
domingo, 24 de fevereiro de 2008
Acredite...
Se quiser acreditar em algo, acredite.
Não há razão para não acreditar em algo que não seja verdade. As vezes, as coisas que podem ou não ser verdade são aquelas em que um homem precisa acreditar.
Que as pessoas são basicamente boas.
Que a honra, a coragem e a virtude são a base de tudo.
Que dinheiro e poder, poder e dinheiro nada significam.
Que o bem sempre triunfa sobre o mal
E quero que você se lembre que o amor, que o verdadeiro amor nunca morre. Não se esqueça.
Lembre-se disso. Não importa se é verdade. Um homem deve acreditar nessas coisas porque são coisas que valem a pena acreditar.
Entendeu?
Não há razão para não acreditar em algo que não seja verdade. As vezes, as coisas que podem ou não ser verdade são aquelas em que um homem precisa acreditar.
Que as pessoas são basicamente boas.
Que a honra, a coragem e a virtude são a base de tudo.
Que dinheiro e poder, poder e dinheiro nada significam.
Que o bem sempre triunfa sobre o mal
E quero que você se lembre que o amor, que o verdadeiro amor nunca morre. Não se esqueça.
Lembre-se disso. Não importa se é verdade. Um homem deve acreditar nessas coisas porque são coisas que valem a pena acreditar.
Entendeu?
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
Going to Escarpas
"O homem ocioso é como água estagnada: corrompe-se." - Latena
Esses dias tem sido bem corridos. O feriado do Carnaval ajudou, consegui adiantar bastante coisa que faria só nas semanas seguintes, assisti vários filmes, mas mesmo assim, ainda tem muita coisa por fazer. Ser presidente não é fácil... mas é bem legal.
Esse final de semana vou para Escarpas, no sul de Minas. Vamos fazer o 1º Team Building (mais informações quando voltarmos em http://eb08rp.blogspot.com/). Vai ser bem legal, pena que não estarão todos os membros do EB presentes... o Rodolfo teve que ficar em Londrina para o aniversário de 50 anos do pai dele.
Fevereiro promete. Processo Seletivo, Replanejamento, Visita de Coach, Team Building... e começo das aulas... vixi! Já está tão pesado com tempo sobrando a noite, já estou vendo quando as aulas voltarem.
E vamo que vamo!!!
Esses dias tem sido bem corridos. O feriado do Carnaval ajudou, consegui adiantar bastante coisa que faria só nas semanas seguintes, assisti vários filmes, mas mesmo assim, ainda tem muita coisa por fazer. Ser presidente não é fácil... mas é bem legal.
Esse final de semana vou para Escarpas, no sul de Minas. Vamos fazer o 1º Team Building (mais informações quando voltarmos em http://eb08rp.blogspot.com/). Vai ser bem legal, pena que não estarão todos os membros do EB presentes... o Rodolfo teve que ficar em Londrina para o aniversário de 50 anos do pai dele.
Fevereiro promete. Processo Seletivo, Replanejamento, Visita de Coach, Team Building... e começo das aulas... vixi! Já está tão pesado com tempo sobrando a noite, já estou vendo quando as aulas voltarem.
E vamo que vamo!!!
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
Uma dúvida aleatória
Pedro, não, não estou morto, nem me esqueci do blog hehehe.
Esse primeiro mês de presidente foi um pouco mais complicado do que pensei. Tomado bastante tempo, lendo e-mails, documentos, resolvendo pepinos (que brotam em razão geométrica). Interessantíssimo, depois de ser LCP estou pensando em montar uma fazenda... isso se me der bem cuidando deles.
De resto tudo caminha bem, mofando no dia sim, dia também de chuva em Ribeirão Preto. Estava apenas olhando meu blog nesses dias, contemplando-o e pensando se não sairia nenhum novo post antes de terminar janeiro... Aí, olhei o contador que mostra (ou deveria mostrar) de onde as pessoas tem acessado meu blog. Claro que tem uns cliques que eu já conheço, Pedro, Simoni, Lívia, Giovana, Bárbara, mas tem uns cliques tão aleatórios (tanto no Brasil, quanto fora dele) e uns que se repetem, como o de Portugal, do Centro-Oeste do Brasil etc. Será que existe vida além dos meus amigos que acompanha (ou apenas lê com alguma frequência) esse blog?
Se sim, esta é a hora de se manifestar :) hehehe. Gostaria muito de conhece-los, já que vocês já sabem um pouco mais de mim. Se possível, falem de onde são também. Ou pelo menos postem um comentário.
PS: Para não cometer o mesmo erro do post anterior, já adianto que provavelmente esqueci de alguns nomes importantes que também acompanham o blog, por isso, se me esqueci de você, mais um motivo para me fazer lembrar comentando esse post :).
Esse primeiro mês de presidente foi um pouco mais complicado do que pensei. Tomado bastante tempo, lendo e-mails, documentos, resolvendo pepinos (que brotam em razão geométrica). Interessantíssimo, depois de ser LCP estou pensando em montar uma fazenda... isso se me der bem cuidando deles.
De resto tudo caminha bem, mofando no dia sim, dia também de chuva em Ribeirão Preto. Estava apenas olhando meu blog nesses dias, contemplando-o e pensando se não sairia nenhum novo post antes de terminar janeiro... Aí, olhei o contador que mostra (ou deveria mostrar) de onde as pessoas tem acessado meu blog. Claro que tem uns cliques que eu já conheço, Pedro, Simoni, Lívia, Giovana, Bárbara, mas tem uns cliques tão aleatórios (tanto no Brasil, quanto fora dele) e uns que se repetem, como o de Portugal, do Centro-Oeste do Brasil etc. Será que existe vida além dos meus amigos que acompanha (ou apenas lê com alguma frequência) esse blog?
Se sim, esta é a hora de se manifestar :) hehehe. Gostaria muito de conhece-los, já que vocês já sabem um pouco mais de mim. Se possível, falem de onde são também. Ou pelo menos postem um comentário.
PS: Para não cometer o mesmo erro do post anterior, já adianto que provavelmente esqueci de alguns nomes importantes que também acompanham o blog, por isso, se me esqueci de você, mais um motivo para me fazer lembrar comentando esse post :).
terça-feira, 1 de janeiro de 2008
Olhando para trás...
Com certeza 2007 foi um ano que superou as minhas expectativas mais otimistas.
Um ano que valeu por dez, pela experiência vivida. Superar a perda de um membro tão querido na família, um novo trabalho, um novo membro morando na república, organizar um congresso para 800 pessoas em Barretos com os DeMolays e ainda toda a experiência que veio da participação na AIESEC. Primeiro como membro de vendas, sendo liderado pelo Túlio, depois como coordenador de vendas nos projetos, sendo liderado pela Marina e depois, como vice presidente de Vendas, substituindo o Túlio, trabalhando junto com a Marina, Foka, Ashley e Brilhante e sendo liderado, dessa vez, diretamente pelo Porto.
Um ano de viagens: Londrina, Rio de Janeiro, São Paulo (algumas vezes), Itapecerica da Serra (duas vezes), Atibaia, São José do Rio Preto, Bebedouro, Colina, Guaíra, Franca, Santos, sem contar as mais do que conhecidas Ribeirão Preto e Barretos.
Um ano que valeu por dez, pelas pessoas ímpares que conheci melhor, em Barretos, aqueles que tive a oportunidade de trabalhar em conjunto no Congresso, em especial o Jeromim, presidente do Clube os Independentes, uma pessoa competente, de caráter fantástico e coração de ouro, uma das pessoas que me inspirou muito nesse último ano. Em Ribeirão Preto, tive a chance de conhecer melhor o EB (Marina, Foka, Ashley, Brilhante, Porto e eu) que me ensinou muito em como trabalhar em grupo e que também me servirá de fonte de inspiração futura. Também tive a chance de conhecer melhor as pessoas que liderei diretamente, Pedreiro, Rodolfo, Curumim, Ricardo, Francine, Paulinha, Lucas e Sara, além daqueles que entraram no final do ano. Ainda tive a chance de conhecer muitas pessoas, de várias cidades, tendo como principal ponto em comum a AIESEC, algumas que gostaria de destacar: Danilo (Ribeirão Preto), Gleyce (São Carlos), Letícia (Franca), Lilian (Santa Maria), entre outras pessoas fenomenais. Isso sem contar aqueles que vieram de tão longe e trouxeram um pouco de suas origens para enriquecer internacionalmente minhas experiências: Enzo (Itália), Amithava (Índia), Diana (EUA), Justyna (Polônia), Felix (Alemanha), Claudio (Chile), Kaisa (Finlândia), Tomoko (Japão) e, apesar de não estarem ligados diretamente a AIESEC, conviveram conosco Anne (Alemanha) e Eetu (Finlândia), meu parceiro de conversas na Sweden, bilhar no CV e que até conheceu a Festa do Peão.
Um ano de conquistas e superação. Um congresso de 800 pessoas com orçamente de mais de R$40 mil. Um artigo aprovado em um importante congresso de administração. Um projeto para iniciar as vendas. Uma área que precisava de um time para entregar resultados com a ausência daquele que havia entregue todos os resultados desde seu surgimento. O reconhecimento nacional, já no mês de agosto. A satisfação pessoal dos feedbacks recebidos dos membros e dos companheiros de EB. A insatisfação de saber que poderia ter feito mais e que temos muito o que melhorar. A eleição para liderar a organização que ajudei a criar em 2006, que trabalhei em 2007 e que serei o responsável, em 2008, por liderar um time de líderes que escolhi trabalhar em conjunto, pessoas com as quais quero viver muitas experiências para relatar (durante e) no final do ano de 2008.
Um ano de grande instabilildade, altos e baixos emocionais, períodos de sorte e azar, com mais e com menos dinheiro, com paixão e sem ela. Um ano que vivi várias emoções inesperadas.
Um ano em que as experiências vividas em várias cidades com pessoas extraordinárias levaram a grandes conquistas e muitas emoções.
2007 deixará saudades. Que 2008 seja um ano tão ou mais especial quanto foi 2007!
Um ano que valeu por dez, pela experiência vivida. Superar a perda de um membro tão querido na família, um novo trabalho, um novo membro morando na república, organizar um congresso para 800 pessoas em Barretos com os DeMolays e ainda toda a experiência que veio da participação na AIESEC. Primeiro como membro de vendas, sendo liderado pelo Túlio, depois como coordenador de vendas nos projetos, sendo liderado pela Marina e depois, como vice presidente de Vendas, substituindo o Túlio, trabalhando junto com a Marina, Foka, Ashley e Brilhante e sendo liderado, dessa vez, diretamente pelo Porto.
Um ano de viagens: Londrina, Rio de Janeiro, São Paulo (algumas vezes), Itapecerica da Serra (duas vezes), Atibaia, São José do Rio Preto, Bebedouro, Colina, Guaíra, Franca, Santos, sem contar as mais do que conhecidas Ribeirão Preto e Barretos.
Um ano que valeu por dez, pelas pessoas ímpares que conheci melhor, em Barretos, aqueles que tive a oportunidade de trabalhar em conjunto no Congresso, em especial o Jeromim, presidente do Clube os Independentes, uma pessoa competente, de caráter fantástico e coração de ouro, uma das pessoas que me inspirou muito nesse último ano. Em Ribeirão Preto, tive a chance de conhecer melhor o EB (Marina, Foka, Ashley, Brilhante, Porto e eu) que me ensinou muito em como trabalhar em grupo e que também me servirá de fonte de inspiração futura. Também tive a chance de conhecer melhor as pessoas que liderei diretamente, Pedreiro, Rodolfo, Curumim, Ricardo, Francine, Paulinha, Lucas e Sara, além daqueles que entraram no final do ano. Ainda tive a chance de conhecer muitas pessoas, de várias cidades, tendo como principal ponto em comum a AIESEC, algumas que gostaria de destacar: Danilo (Ribeirão Preto), Gleyce (São Carlos), Letícia (Franca), Lilian (Santa Maria), entre outras pessoas fenomenais. Isso sem contar aqueles que vieram de tão longe e trouxeram um pouco de suas origens para enriquecer internacionalmente minhas experiências: Enzo (Itália), Amithava (Índia), Diana (EUA), Justyna (Polônia), Felix (Alemanha), Claudio (Chile), Kaisa (Finlândia), Tomoko (Japão) e, apesar de não estarem ligados diretamente a AIESEC, conviveram conosco Anne (Alemanha) e Eetu (Finlândia), meu parceiro de conversas na Sweden, bilhar no CV e que até conheceu a Festa do Peão.
Um ano de conquistas e superação. Um congresso de 800 pessoas com orçamente de mais de R$40 mil. Um artigo aprovado em um importante congresso de administração. Um projeto para iniciar as vendas. Uma área que precisava de um time para entregar resultados com a ausência daquele que havia entregue todos os resultados desde seu surgimento. O reconhecimento nacional, já no mês de agosto. A satisfação pessoal dos feedbacks recebidos dos membros e dos companheiros de EB. A insatisfação de saber que poderia ter feito mais e que temos muito o que melhorar. A eleição para liderar a organização que ajudei a criar em 2006, que trabalhei em 2007 e que serei o responsável, em 2008, por liderar um time de líderes que escolhi trabalhar em conjunto, pessoas com as quais quero viver muitas experiências para relatar (durante e) no final do ano de 2008.
Um ano de grande instabilildade, altos e baixos emocionais, períodos de sorte e azar, com mais e com menos dinheiro, com paixão e sem ela. Um ano que vivi várias emoções inesperadas.
Um ano em que as experiências vividas em várias cidades com pessoas extraordinárias levaram a grandes conquistas e muitas emoções.
2007 deixará saudades. Que 2008 seja um ano tão ou mais especial quanto foi 2007!
Uma linda estrela...
A primeira perda de uma pessoa próxima de mim, até então nunca tinha visto a morte de tão perto. Uma avó que foi como uma segunda mãe. Uma avó que foi também pai de seus 8 filhos. Uma pessoa que nunca reclamou da vida, mesmo tendo vivido tantas dificuldades. Positiva por natureza e com aquela sabedoria que só as muitas primaveras vividas trazem para nossa vida. Sabedoria que se refletia na preparação, preparada para tudo o que viesse, desde o falecimento do seu esposo enquanto ainda era jovem, até o seu próprio enterro. Uma pessoa de vida simples, alegre e correta, que aos 85 anos faleceu da maneira que sempre quis, sem dar trabalho para ninguém, viva ou morta. Com túmulo comprado, casa arrumada, cabelo e unhas feitas, como que prevendo seu último ato na Terra.
Dia 4 de Dezembro de 2007, 2h15 da manhã. O dia em que perdi uma avó e ganhei uma linda estrela cuja luz continuará brilhando lá no céu, a iluminar não só a sua família e amigos, mas todos aqueles que buscam inspiração nas noites estreladas.
Dia 4 de Dezembro de 2007, 2h15 da manhã. O dia em que perdi uma avó e ganhei uma linda estrela cuja luz continuará brilhando lá no céu, a iluminar não só a sua família e amigos, mas todos aqueles que buscam inspiração nas noites estreladas.
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